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A Filha do Maestro

afilhadomaestro@gmail.com

Sexta-feira, Junho 29, 2007

@ http://gazetaonline.globo.com/entretenimento/musica/musica_materia.php?cd_matia=323431&cd_site=854

Convite para ouvir a Orquestra Imperial; ouça faixas do CD
29/06/2007 00:11:16 - Jornal A Gazeta



Tatiana Wuo

Clique e ouça 'O mar e o ar'

Clique e ouça 'Não foi em vão''

Quando a Orquestra Imperial esteve em Vitória, em outubro do ano passado, para um show dentro da programação do Tim Festival, o baile rolou solto no Teatro da Ufes e muita gente não entendeu a proposta do grupo. "Eu adorei o show, mas me disseram que teve críticas ruins aí. Acho que as pessoas não tiveram muito senso de humor. Apesar de ser uma bagunça, não era palhaçada. Temos que voltar para reiterar isso. A gente vai explicar de novo", avisa Thalma de Freitas, uma das vocalistas do grupo, em entrevista por telefone ao Caderno Dois.

A nova explicação pode ser uma apresentação do coletivo mostrando seu álbum de estréia, "Carnaval Só Ano Que Vem". Nas 11 faixas do disco, não há nada muito dançante, como sugerem os bailes do grupo  os músicos optaram por um repertório de BPM (batidas por minuto) mais arrastadas, recheado de sambas-canções, boleros e marchinhas.

"O disco, na verdade, é uma demanda do nosso público. Depois de quatro anos e meio tocando juntos, gravamos em apenas duas semanas", conta Thalma. Para um disco que foi todo gravado ao vivo, inclusive os vocais, a qualidade sonora é primorosa e a execução dos arranjos também.

Rumba. De partituras em punho, os integrantes deram vida a composições próprias e outras colhidas do repertório da Orquestra  cada cantor pôde escolher duas para interpretar. Thalma optou por "Não Foi em Vão" (uma quase rumba feita por ela) e "Rue de Mes Souvenirs", esta em francês, composição de Wilson das Neves e Stephane San Juan.

"Algumas já estavam no repertório e outras fizemos no estúdio. Mas ainda tem tanta música que daria para fazer outro disco", lembra a moça.

Além de Thalma, Nina Becker, Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Moreno Veloso deram vozes às canções. E tem mais um monte de gente nessa trupe: Nelson Jacobina, Bartolo e Pedro Sá tocam guitarra; Rubinho Jacobina e Berna Ceppas tocam teclados e efeitos; Kassin, baixo; Domenico, bateria; Stephane San Juan, Cesar Farias "Bodão", Leo Monteiro e Wilson Das Neves, percussão; e nos metais Max Sette, Felipe Pinaud, Mauro Zacharias e Bidu Cordeiro.

Mas ninguém ficou muito preso a seu instrumento e, para não virar bagunça, o produtor Mario Caldato Jr. (Jack Johnson e Beastie Boys), junto com Berna e Kassin, tratou de organizar o coreto. "Acho que o disco faz parte do processo de maturação da Orquestra. E também de a gente assumir o grupo como um projeto paralelo real para cada um de nós", afirma Thalma.

Por isso, o repertório do disco talvez não defina o que é a Orquestra. "No disco estamos mais concentrados. Acho que rendemos bem no estúdio. Mas não vejo a hora de fazer quatro horas de baile, ao vivo", brinca.

Baladas. O disco traz baladas como "O Mar e o Ar", de Domenico Lancellotti, Kassin e Amarante; "Jardim de Alah", de Moreno Veloso e Quito Ribeiro; e "De um Amor em Paz", com bela interpretação de Nina.

Ainda assim há os sambas de gafieira com pitada de malandragem, como "Ereção", música da Orquestra em parceria com Sandra de Sá; e até mesmo a divertida "Yarusha Djaruba", de Nelson Jacobina e Tavinho Paes, na voz de Amarante e com coro de Nina e Thalma. O samba "Era Bom", de Wilson das Neves e Max Sette, é bom, com os dois dividindo os vocais. Assim como "Salamaleque", de Rubinho Jacobina, Max Sette e Jonas Sá, de letra inspiradíssima.

Jorge Mautner, parceiro de Jacobina, participa do disco como compositor de "Ela Rebola" e de "Supermercado do Amor", esta a mais animada faixa do disco, que ele também canta.

Depois de ouvir o disco inteiro, fica a sensação de que o título já entrega de cara as suas intenções  "Carnaval só Ano que Vem". "É um disco para se ouvir em casa, no carro, em festa de aniversário, para dar de presente... Carnaval é no show", convida a cantora.

Ouça sem parar

"Carnaval Só Ano Que Vem", primeiro CD da Orquestra Imperial. Gravadora: Som Livre. Preço: R$ 27, em média.

.: posted by THALMA DE FREITAS 3:18 PM


Quarta-feira, Junho 27, 2007

A barulheira da Imperial, só no ano que vem



O time da Orquestra Imperial lança o seu primeiro CD de inéditas, 'Carnaval só no ano que vem'. E a proposta, como sugere o nome do álbum, é dançar menos e ouvir mais

GEORGIA NICOLAU,
georgia.nicolau@grupoestado.com

Olhando a foto, mais parece um time de futebol. Parece, mas não é. Trata-se de uma orquestra modernosa na sua formação, mas antiquada no seu repertório. É a carioquíssima Orquestra Imperial (OI), que começou com o produtor e músico Berna Ceppas e o músico Kassin, por pura vontade de tocar 'revivals' de sambas antigos e hoje conta com 19 integrantes fixos. A Orquestra acaba de lançar um CD de inéditas, Carnaval só ano que vem.

O disco terá ainda uma edição internacional, que será lançada pelo selo Totolo, e que vai ter de diferente algumas versões que a OI costuma tocar em seus shows como Sem Compromisso e Me deixa em paz . No nacional, nada de covers. 'Temos tantos compositores no grupo que não fazia sentido. Além disso, as versões já foram muito bem gravadas por outros', pontuou a atriz e cantora Thalma de Freitas, responsável pela composição e interpretação da bela Não foi em vão, segunda faixa do disco.

Mesmo com uma banda eclética, que vai desde os veteranos Jorge Mautner e Nelson Jacobina, aos quase onipresentes na cena atual Moreno Veloso, Kassin e Domenico Lancelloti, do trio +2, o CD tem a cara da Orquestra, com sambas-canções e músicas fanfarronas como Ereção, feita por vários componentes da banda.

Porém, a guitarra havaiana e a voz suave e inconfundível de Rodrigo Amarante, do Los Hermanos, em O mar e o ar abre o CD para não deixar dúvidas: quem quiser dançar, terá de ir mesmo ao show. Thalma confirma: 'É mesmo um disco para se ouvir'.

Apesar dos rápidos 15 dias que duraram as gravações, é possível observar a disciplina e precisão com que as músicas foram gravadas, mesmo que tenha sido quase todo feito ao vivo dentro do estúdio.

O clima de malemolência pode ser conferido nas bossas Jardim de Alah, de Moreno Veloso e Quito Ribeiro, e Rue de mes souvenirs, de Wilson das Neves e Stephane San Juan, cantada com muito charme e em francês por Thalma.

Das Neves, aliás, é uma das maiores influências da banda. De Chico Buarque a Elza Soares, o multiinstrumentista já tocou com quase todos os grandes da música brasileira. 'De certa forma o Wilson dá legitimidade ao nosso trabalho', tietou Thalma.

Autoridade do samba carioca, Délcio Carvalho, compositor, ao lado de D. Ivone Lara, do clássico Sonho Meu, também comparece na triste De um amor em paz, dividindo a composição com Lancellotti, sob a voz suave da estilista e cantora Nina Becker.

Nina também é a voz de Supermercado do amor, canção animada, composta por Jorge Mautner e Bartolo, que finaliza o disco. Impossível não citar a semelhança com músicas da Tropicália como Alegria, alegria. Com discurso proferido por Mautner, a música encerra esperançosa. 'O amor continuará resplandecendo no universo.'

Orquestra Imperial tem ainda Pedro Sá nas guitarras; Rubinho Jacobina, Cesar Farias (o Bodão) e Leo Monteiro na percussão; e nos metais Max Sette, Felipe Pinaud, Mauro Zacharias e Bidu Cordeiro.

Aos fãs paulistas, Thalma de Freitas adianta que a OI fará show no Citibank Hall em agosto. Carnaval só ano que vem foi lançado pela Ping Pong/Som Livre e o preço sugerido é de R$ 24,90.

.: posted by THALMA DE FREITAS 6:01 PM


Sexta-feira, Junho 22, 2007

Outros carnavais da Orquestra Imperial
Grupo carioca chega ao primeiro disco com repertório inédito

por Beto Feitosa

Há alguns anos a Orquestra Imperial faz parte do Rio e de sua programação. A grande reunião de artistas já movimentou espaços como o Canecão, o extinto Ballroom e hoje em dia leva seu público para sessões de dança no Circo Voador.

A receita do grupo é simples. Nasceu como um encontro entre músicos tocando por prazer, fazendo um caprichado som de gafieira em cima de sambas antigos. A farra sonora tomou vultos de uma grande orquestra e, de cara, conquistou seu público.

Isso foi há mais de cinco anos. Desde então a história só tem feito crescer. E, junto, a cobrança por um disco da Orquestra. Mas a dificuldade de conciliar as agendas sempre adiou o sonho. Ele nasce agora mas, ao contrário do que o público poderia esperar, não traz o repertório clássico das apresentações. E, sim, aposta em um set list inédito, composto por seus membros. Algumas músicas já não conhecidas dos freqüentadores assíduos dos bailes.

Nem de longe é ruim, uma vez que traz compositores de talento como Kassin, Moreno Veloso, Domenico, Nelson Jacobina, Wilson das Neves entre outros. Mas pode causar decepção. Quem for atrás da farra sonora que anima os bailes da Orquestra, vai dar de cara com um disco mais calmo, com a obra de uma turma criativa e que ousa experimentar - e aí estão incluídos grandes nomes da nova geração. Extremamente bem produzido em tempo recorde de 15 dias de gravações, o CD funciona mais como um grande encontro da obra de seus integrantes do que como, propriamente, um disco da Orquestra Imperial conhecida pelo público. O próprio título do disco pode dar essa dica: Carnaval só no ano que vem.

Mas o disco tem muitos méritos, e os fãs da Orquestra vão apreciar. O repertório esbarra no samba de pista, como em Yarusha Djaruba, que mistura música latina com vocais à la Blitz. Ou num samba clássico como Salamaleque, nas maracas de Ela rebola e também no bom humor da carnavalesca Ereção, capaz de corar a tradicional sociedade conservadora sem parar a festa. A voz doce de Thalma de Freitas é destaque em Não foi em vão. O carnaval rock-tropicalista aparece em Supermercado de amor, com o vocal de uma Nina Becker que lembra os melhores momentos de Gal Costa em duo com a guitarra de Lanny Gordin. Saudade reprocessada com direito a discurso de Jorge Mautner.

A tradição está impregnada na inspiração, que flerta com a produção de músicos contemporâneos. Aqui a Orquestra chega a disco não como um registro de seus bailes, mas como uma célula criativa e seu primeiro retrato. O produto é novo e a brincadeira de músicos passa a ser tratada como carreira séria. A Orquestra Imperial renasce criando, renasce nova. A obra coletiva segue o som, mas dá passos para frente e para o lado por fugir do esquema de regravações.

A edição japonesa do disco traz um pouco mais do baile, com quatro faixas de regravações das marchinhas que fizeram a fama da Orquestra como Sem compromisso e Me deixa em paz. Esse bônus chegou aqui com um EP que era vendido a preço simbólico nas apresentações. Mas, infelizmente, ficou de fora do disco.

A Orquestra Imperial continua no palco, com 19 integrantes e constantes visitas. Fazendo sua festa, atraindo um público cada vez maior e já entre as atrações turísticas de um Rio cult. O souvenir está à venda, mas a paisagem sonora é outra. Por hora, a tradicional festa da Orquestra, só ao vivo.

.: posted by THALMA DE FREITAS 12:06 PM


Quarta-feira, Junho 20, 2007

@ http://smusica.blogspot.com/



A essa altura, já começaram a pipocar as manchetes de ¿melhor disco do ano¿ e etecetera por aí... Apesar de não ter dado muito tempo pra galera processar o álbum, que só chegou às lojas na semana passada, e também de ainda estarmos em junho, é irresistível a tentação de dizer o mesmo. Discaralhaço da Orquestra Imperial.

Pra começar, o encarte bem acabado devolve ao ouvinte um prazer que pra muitos andava esquecido, que é o de tatear, sentir o cheiro, olhar e reolhar as fotos, ler as letras, buscar informações técnicas, saber quem é o compositor daquele verso que bateu tão bem... Surpreendentemente o álbum é distribuído pela Som Livre, a gravadora mais associada à produção por atacado do que à qualidade artística (que aqui sobra).

A coincidência de este trabalho chegar ao público na semana seguinte à despedida dos Los Hermanos serve de consolo para metade dos fãs da banda, aquela que curtia mais as composições de Amarante do que de Marcelo Camelo. Não que o disco da Orquestra seja regido pela batuta de Ruivo, mas sim porque a turma de lá está diretamente ligada à estética que ele já vinha trabalhando na banda há algum tempo. ¿Retrato pra Iaiá¿, ¿Deixa o verão¿ e ¿Paquetá¿ (pra ficar só em uma de cada um dos três discos em que ele participou mais efetivamente como compositor) são pequenos teasers daquilo que veio a se consagrar como ¿o som da Orquestra¿.

O (ex-?) hermano se sai bem, sobretudo na deliciosa (e mais pop de todas) ¿Yara Djaruba¿. As aventuras da Cleópatra caribenha, que ¿fez do Amazonas seu Nilo e de São Paulo, Bagdá¿ são acompanhadas por um coro sensualíssimo e empolgante das ¿meninas¿ Nina Becker e Thalma de Freitas. Nessa e em outras faixas, os backing vocals delas remetem às pastoras dos sambas clássicos. Chega a ser engraçado ouvir ¿Yara¿ e pensar que esse tipo de música já foi popular no Brasil, sobretudo nos anos 40. Hoje em dia é difícil encontrar algo próximo ao que a Orquestra faz.

Outro belo destaque é Thalma. ¿Não foi em vão¿ é dengosa e sai arrastando no ouvido. Ela encontra uma interpretação muito acima da média, especialmente se a compararmos com as das ¿novas¿ cantoras que vêm inundando as FM ¿perfil adulto contemporâneo¿. O baile de Thalma continua em ¿Rue de mes Souvernirs¿, um samba de Wilson das Neves com o baterista Stephan San Juan, com letra em francês. Com uma pronúncia perfeita, a música tem um quê de cabaré e a voz sussurrada é uma tentação praa quem sente prazer ao pé do ouvido.

As mãos de Berna Ceppas, Kassin e Mario Caldato encontram o equilíbrio que a gravação de uma orquestra demanda. Com as músicas tendo sido gravadas todas ao vivo e em apenas quinze dias, o trabalho dos pequenos ajustes é preciso pra dar vida a tantas tonalidades. Normalmente, quando um disco desce tão redondo e natural é porque a banda é competente e o produtor tem uma mão boa . Bingo.

Podia alongar o texto comentando dos metais - sem dúvida dos melhores que se ouviu na música pop brasileira nos últimos 30 anos -, da faixa cantada por Rubinho Jacobina, das guitarras semi-acústicas que marcam os arranjos, ou das percussões, ou, ou, ou, ou....., tanta coisa pra falar... mas os dedos coçam pra falar de Max Sette e depois que se falar dele, não há porque se falar mais nada.

O disco é dele. Max dá o tom que o samba contemporâneo merecia ter. A voz te leva pros ares da boemia, da cafajestice, da gafieira, do samba de roda, enfim... É a voz masculina mais interessante e mais carioca de que se tem notícia por aí. Nunca tinha me ligado no trabalho dele, mas agora vou cair dentro. Como disse o Bernardo, ¿melhor que Seu Jorge, né?¿. É, muito melhor... As músicas conduzidas pela voz do rapaz deitam nas outras. Mas que fique claro, isso não é um demérito a nada, nem ninguém, e sim uma grande e longa salva de palmas pras interpretações do cantor. ¿Ereção¿ tem toda a sacanagem típica que o nome já propõe. A canção, que tem mais parceiros do que versos, deve ter sido composta num ambiente deveras inspirador. A tal ¿aguardente com limão¿, que Max canta, parece muito melhor do que qualquer Sagatiba.

¿Era bom¿ é a música deste disco. Parceria do mestre Wilson das Neves com o próprio Max Sette e cantada em dueto por eles. Alternando as estrofes, eles constroem uma bela ponte entre a ¿velha guarda¿ e ¿a renovação¿. A letra é um dos melhores sambas que se registrou recentemente, um primor desde o primeiro verso até o derradeiro ¿é bom ficar desimportante pra alguém que eu já encantei¿.

O que o grupo faz é um disco como há muito não se ouvia no samba brasileiro. No samba? Sim, essa é a fonte mais inspiradora da rapaziada imperial. As canções têm o lirismo e a cadência que o tempo exige para preservá-las. O flerte com o caribe e com os cabarés ajuda o grupo a avançar. Mais do que querer se apropriar de um gênero específico, fazer um ¿resgate¿ ou qualquer coisa do tipo, a Orquestra Imperial confirma o que vinha mostrando nos palcos. É uma banda capaz de se apropriar de uma série de influências para se fazer relevante e conquistar seu lugar por méritos próprios e não pelo vazio da nostalgia pura. Palmas para todos eles.


Felipe Pinaud ( maestro dos metais) com Max Sette, o glamouroso.

.: posted by THALMA DE FREITAS 2:28 PM


Terça-feira, Junho 19, 2007

mais...










.: posted by THALMA DE FREITAS 1:38 PM


Segunda-feira, Junho 18, 2007

Orquestra Imperial lança disco de inéditas

Banda aposta em sambas de clima saudosista

ADRIANA FERREIRA SILVA
EDITORA DO GUIA DA FOLHA

Era para ser apenas uma "pelada às segundas-feiras", um joguinho sem compromisso com os amigos. Mas o brinquedo ficou sério, o grupo, "hype", e eis que a Orquestra Imperial já tem até um disco, "Carnaval Só Ano que Vem".
"Não sei o que fizemos de errado para dar tão certo", fala rindo o músico e produtor Berna Ceppas. Ele e Kassin inventaram o projeto, de uma big band pop, tocando no formato dos antigos bailes de gafieira, para uma curta temporada na extinta casa de shows Ballroom, no Rio de Janeiro.
Para isso, escalaram amigos como Domenico Lancellotti e Moreno Veloso (+2), Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Thalma de Freitas, Pedro Sá e Max Sette, entre outros jovens talentos cariocas. A eles, juntou-se o bamba Wilson das Neves e eis que a fórmula de sucesso estava completa.
Das Neves é o principal responsável pelo álbum, afirma Ceppas, pois são dele as melodias que resultaram nas simpáticas composições do CD, todas inéditas. Pontuado principalmente pelo samba, o trabalho lembra pouco o ambiente festivo dos shows da Orquestra.
"Nunca pensamos em fazer um disco de baile", explica Ceppas. "Queríamos fazer um DVD, mas isso seria mais caro, mais complicado. Muitas das músicas [tocadas ao vivo] têm gravações antológicas primorosas, por isso, a opção por um CD de originais."
Para trazer o clima das performances ao estúdio, todas as músicas foram gravadas ao vivo. Apenas metais foram adicionados posteriormente.
O resultado é um disco que, se não tem a mesma pegada dos shows, ganha pontos justamente por investir na originalidade.
Num clima saudosista, entre a bossa e o samba, destacam-se músicas como "Jardim de Alah", interpretada por Moreno Veloso em tom vocal que facilmente poderia ser confundido com o de seu pai, Caetano.
A delicada voz de Thalma de Freitas brilha no samba "Não Foi em Vão" e a simplicidade inventiva dos +2 (Moreno, Kassin e Domenico) aparece na romântica "O Mar e o Ar".
Há bobagens que costumam agradar os fãs da big band, como o bem-humorado "Ereção", um samba de "menino", e a praieira "Yarusha Djaruba".
Sem grandes pretensões, a Orquestra Imperial fez um CD daqueles que quanto mais a gente ouve, mais gosta. Tomara que a brincadeira dure ainda muito tempo.

.: posted by THALMA DE FREITAS 7:45 PM


Sábado, Junho 16, 2007

Aperitivos Orquestra Imperial








.: posted by THALMA DE FREITAS 12:44 PM


Sexta-feira, Junho 15, 2007

Orquestra Imperial lança disco de inéditas
Banda aposta em sambas de clima saudosista

ADRIANA FERREIRA SILVA
EDITORA DO GUIA DA FOLHA

Era para ser apenas uma "pelada às segundas-feiras", um joguinho sem compromisso com os amigos. Mas o brinquedo ficou sério, o grupo, "hype", e eis que a Orquestra Imperial já tem até um disco, "Carnaval Só Ano que Vem".

"Não sei o que fizemos de errado para dar tão certo", fala rindo o músico e produtor Berna Ceppas. Ele e Kassin inventaram o projeto, de uma big band pop, tocando no formato dos antigos bailes de gafieira, para uma curta temporada na extinta casa de shows Ballroom, no Rio de Janeiro.

Para isso, escalaram amigos como Domenico Lancellotti e Moreno Veloso (+2), Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Thalma de Freitas, Pedro Sá e Max Sette, entre outros jovens talentos cariocas. A eles, juntou-se o bamba Wilson das Neves e eis que a fórmula de sucesso estava completa.

Das Neves é o principal responsável pelo álbum, afirma Ceppas, pois são dele as melodias que resultaram nas simpáticas composições do CD, todas inéditas. Pontuado principalmente pelo samba, o trabalho lembra pouco o ambiente festivo dos shows da Orquestra.
"Nunca pensamos em fazer um disco de baile", explica Ceppas. "Queríamos fazer um DVD, mas isso seria mais caro, mais complicado. Muitas das músicas [tocadas ao vivo] têm gravações antológicas primorosas, por isso, a opção por um CD de originais."

Para trazer o clima das performances ao estúdio, todas as músicas foram gravadas ao vivo. Apenas metais foram adicionados posteriormente.

O resultado é um disco que, se não tem a mesma pegada dos shows, ganha pontos justamente por investir na originalidade.

Num clima saudosista, entre a bossa e o samba, destacam-se músicas como "Jardim de Alah", interpretada por Moreno Veloso em tom vocal que facilmente poderia ser confundido com o de seu pai, Caetano.

A delicada voz de Thalma de Freitas brilha no samba "Não Foi em Vão" e a simplicidade inventiva dos +2 (Moreno, Kassin e Domenico) aparece na romântica "O Mar e o Ar".

Há bobagens que costumam agradar os fãs da big band, como o bem-humorado "Ereção", um samba de "menino", e a praieira "Yarusha Djaruba".

Sem grandes pretensões, a Orquestra Imperial fez um CD daqueles que quanto mais a gente ouve, mais gosta. Tomara que a brincadeira dure ainda muito tempo.

CARNAVAL SÓ ANO QUE VEM
Artista: Orquestra Imperial
Gravadora: Ping Pong/Som Livre
Quanto: R$ 27,90, em média
Avaliação: ótimo

.: posted by THALMA DE FREITAS 5:05 PM


Quarta-feira, Junho 13, 2007





.: posted by THALMA DE FREITAS 12:00 PM


Terça-feira, Junho 12, 2007




Orquestra Imperial


¿Carnaval só ano que vem¿


De brincadeira. A Orquestra Imperial começou assim, sem maiores pretensões, quando Berna Ceppas e Kassin foram convidados para fazer uma temporada de quatro semanas no extinto Ballroom. A saudosa casa de shows no Humaitá ofereceu as datas para que eles fizessem o que bem entendessem. Junto com Domenico Lancellotti, chamaram os amigos e organizaram uma orquestra de gafieira especialmente para as essas datas, dedicada a sambas antigos, sem nem saber se isso funcionaria. O importante era se encontrar e se divertir. Nascia a Orquestra Imperial.

¿A pelada da galera¿, como as apresentações foram apelidadas pelo ex-integrante Seu Jorge, deu tão certo que a temporada inicial foi extendida por vários meses. Hoje, os bailes da Orquestra Imperial fazem parte do calendário musical do Rio.

O grupo foi se formando aos poucos, até chegar à escalação atual, com 19 integrantes. São eles: Nina Becker (cantora e estilista), Thalma de Freitas (cantora e atriz), Rodrigo Amarante (Los Hermanos) e Moreno Veloso (+ 2 e produtor do ¿Cê¿ de Caetano Veloso) nos vocais; Nelson Jacobina (parceiro de Jorge Mautner e co-autor de ¿Maracatu atômico¿), Bartolo (Duplexx, Arnaldo Antunes e Branco Mello) e Pedro Sá (guitarrista e produtor do ¿Cê¿ de Caetano Veloso) nas guitarras; Rubinho Jacobina (autor do sucesso dos bailes ¿Dr. Sabe Tudo¿) e Berna Ceppas (produtor musical) nos teclados e efeitos; Kassin (+ 2, Acabou la Tequila) no baixo, Domenico (+ 2) na bateria, Stephane San Juan (Amadou & Marian), Cesar Farias ¿Bodão¿ (Fernanda Abreu), Leo Monteiro (ALT) e Wilson Das Neves na percussão; e nos metais Max Sette (do disco ¿Parábolas ao vento¿), Felipe Pinaud (Gabriel O Pensador e responsável pelos arranjos do disco), Mauro Zacharias (Los Hermanos e Só Pra Contrariar) e Bidu Cordeiro (Paralamas do Sucesso e fundador do Reggae B).

Fora o fato das funções não serem fixas (Wilson, Max e Rubinho também cantam), ao vivo, a Orquestra sempre conta com participações especiais. Já passaram pelos bailes artistas como Marisa Monte, Luiz Melodia, Erasmo Carlos, Zeca Pagodinho, Caetano Veloso, Roberto Silva, Fernanda Abreu, Bebel Gilberto, Marcelo Camelo e DJ Marlboro.

Apesar do estranhamento causado pela distância sonora entre os grupos pelos quais os integrantes do núcleo inicial da Orquestra se tornaram conhecidos e o que é feito na big band, o samba é o denominador comum, unindo as diversas vertentes através do gosto pessoal de cada um. Ainda assim, o espírito anárquico dos bailes está mais para show de rock do que gafieira.

Envolvidos em seus projetos principais, a quantidade de integrantes transforma a marcação de um simples ensaio numa tarefa complicada. Gravar um disco então, nem se fala. Obrigados a esperar, amadureceram. Logo começaram a compor músicas próprias, no estilo do repertório da Orquestra.

Nesse sentido, a entrada do sambista Wilson Das Neves foi crucial. A sabedoria de quem segurou as baquetas em boa parte das gravações originais das músicas que a Orquestra toca em seus bailes, fez a diferença. Não por acaso, na Orquestra ¿Seu¿ Wilson é tratado como um mestre, cantando ou tocando percussão, mas principalmente por seus ensinamentos.

Assim, o que poderia ter sido um disco de versões ¿ tivesse sido gravado em 2002 ¿ transformou-se num disco de inéditas. ¿Carnaval só ano que vem¿ (Ping Pong Discos/Som Livre), estréia em disco da Orquestra Imperial, é o passo final em direção a se tornar, verdadeiramente, uma banda.

Não se trata, portanto, de uma reprodução dos bailes, que até hoje contam com as tais versões ¿ isso fica para um futuro DVD. O disco é um registro de canções originais. Natural. Afinal, apesar de a Orquestra ter surgido tocando covers, todos ali são também compositores.

Os metais calmos, a guitarra havaiana, os vocais de apoio fantasmagóricos, o vibrafone e a levada mais lenta do bolero ¿O mar e o ar¿ (Domenico/Kassin/ Amarante) abrem os trabalhos dando um recado direto: disco é disco, baile é baile.

As composições e os arranjos revelam sutilezas dos instrumentistas que não se consegue perceber ao vivo. Menos clima de festa e mais sonho. O título do disco não é à toa.

O samba ¿Não foi em vão¿ (Thalma de Freitas), na seqüência, comprova isso. Misturando passado e futuro, a música resume bem o espírito da Orquestra Imperial. Tamborim e surdo, percussão e ruídos eletrônicos seguem o vôo da caixa da bateria de Domenico, enquanto a cantora derrama um lamento de separação.

O clima contemplativo que caracteriza o disco, também está marcado nas bossas ¿Jardim de Alah¿ (Moreno Veloso/Quito Ribeiro) e ¿Rue de mes souvenirs¿ (Das Neves/Stephane San Juan), cantada em francês por Thalma.

Gravado e mixado em 15 dias, a qualidade do som do disco impressiona. Principalmente levando-se em conta que foi gravado ao vivo, inclusive os vocais, com apenas alguns metais e detalhes sendo gravados posteriormente.

Além das 11 músicas presentes nesse disco, nesse período também foram gravadas as quatro regravações. Lançadas previamente num EP, essas faixas estarão presentes na edição internacional de ¿Carnaval só ano que vem¿, que será lançada pelo selo Totolo.

Como os produtores Berna & Kassin estavam envolvidos também como músicos, acharam por bem ter mais alguém que pudesse exercer, ao mesmo tempo, a função de produtor e técnico de som, para avaliar e dar uma opinião final sobre os takes gravados.

O escolhido foi o amigo Mario Caldato Jr. Brasileiro radicado nos EUA, conhecido mundialmente pelo trabalho com os Beastie Boys e Jack Johnson, Caldato está cada vez mais próximo da música brasileira, tendo produzido recentemente discos de Marisa Monte, Marcelo D2 e Vanessa da Mata.

Conhecida dos freqüentadores dos bailes, ¿Yarusha Djaruba¿ (Nelson Jacobina/Tavinho Paes) faz a conexão Cuba-Brasil, com uma parada em Nova York para buscar a pegada disco do refrão.

¿Ereção¿ (Domenico/Pedro Sá/Max Sette/Rubinho Jacobina/Felipe Pinaud/Nina Becker/Sandra de Sá) e ¿Salamaleque¿ (Rubinho Jacobina/Max Sette/Jonas Sá) também relembram o clima de folia. Outra que vem dos palcos é o samba ¿Era bom¿, dueto de Wilson da Neves e Max Sette, composta por ambos.

A viajante ¿De um amor em paz¿ (Domenico/Délcio Carvalho), na voz delicada de Nina Becker, pontuada por uma cítara e metais deslizantes, ganha ares psicodélicos de um samba sorturno. Coisa fina.

¿Supermercado do amor¿ (Bartolo/Jorge Mautner), também cantada por Nina, mais animada, tem discurso do padrinho Mautner (que também assina ¿Ela rebola¿, com o parceiro de sempre Nelson Jacobina) e brinca com clichês, fazendo referência a introdução de ¿Alegria alegria¿ (Caetano Veloso).

¿Carnaval só ano que vem¿ é o resultado natural de um grupo de amigos fazendo algo sem compromisso com nada, apenas por diversão. E com tanta gente numa boa, o resultando não poderia ser outro que não um excelente disco.

Um clássico. Sem brincadeira.

Bruno Natal
Junho/2007

.: posted by THALMA DE FREITAS 1:18 PM


Segunda-feira, Junho 11, 2007

@http://www.superclip.com.br/sistema/materia.cfm?cod=151238

Big band da gafieira


Orquestra Imperial, a brincadeira de amigos que virou um sucesso
por Gustavo Autran


foto: Caroline Bittencourt

A trupe reunida: elogiada por onde passa, lança seu primeiro CD, de músicas inéditas, a partir de terça (12), no Rival

O lendário produtor americano Joe Boyd, que trabalhou com Pink Floyd e R.E.M., virou fã depois de ver um show em Londres, no ano passado. Bebel Gilberto convocou a trupe para participar de uma faixa do seu novo CD, Momento. Sem falar nas canjas memoráveis que costumam acontecer nos shows do grupo por aqui. Há cinco anos, a Orquestra Imperial foi criada sem nenhuma pretensão, como um projeto paralelo de seus integrantes. O que era uma brincadeira entre amigos  recriar o som contagiante das gafieiras tradicionais  não demorou para se transformar em grande sucesso. Das apresentações improvisadas no extinto Ballroom, no Humaitá, o grupo passou a lotar alguns dos espaços mais concorridos da cidade  do Canecão ao Circo Voador. A partir de terça (12), seus dezenove integrantes lançam, no Teatro Rival Petrobras, Carnaval Só Ano que Vem, o primeiro CD do grupo (leia mais na coluna Shows).

A Orquestra Imperial agrega talentos expressivos do pop contemporâneo carioca  a começar por seus fundadores, Kassin e Berna Ceppas, que já produziram discos de nomes como Gabriel, o Pensador, Los Hermanos, Vanessa da Mata e Caetano Veloso. Dela fazem parte também a cantora e atriz Thalma de Freitas, o guitarrista Pedro Sá (da banda de Caetano Veloso), a estilista Nina Becker e o compositor Rodrigo Amarante (do Los Hermanos). Os músicos jovens dialogam com a "velha guarda", representada pelo baterista Wilson das Neves, que toca com Chico Buarque, e pelo guitarrista Nelson Jacobina, parceiro de Jorge Mautner. A rápida aprovação do público é ajudada pela descontração das performances ao vivo. "Somos uma banda pop travestida de orquestra de gafieira", conta Berna. "Estamos juntos pelo prazer de tocar, e não para resgatar folclore." Também não foi o dinheiro que os uniu. "Os gastos são maiores numa orquestra de quase vinte músicos", explica Kassin. "Isso sem contar o malabarismo para conciliar as agendas na hora de marcar shows e ensaios."

Nem mesmo os criadores da orquestra acreditavam que o projeto iria tão longe. Em 2002, Berna e Kassin receberam um convite para fazer quatro apresentações no Ballroom durante a Copa do Mundo. "Faltavam sete dias para a estréia e a gente não havia definido a formação da orquestra", lembra Kassin. Se nas três primeiras noites parecia ter mais gente no palco do que na platéia, a situação mudou na data prevista para o bota-fora. A casa, com capacidade para 1 200 pessoas, ficou pequena para o público, e a temporada foi esticada. De lá para cá, os shows tiveram participações de um time eclético  a cantora Marisa Monte, o metaleiro Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, o rapper BNegão, o sambista Délcio Carvalho e Caetano Veloso são alguns exemplos. "Dei canjas várias vezes e daria outras. Acho os meninos ótimos", diz Caetano Veloso, pai de Moreno, outro integrante da big band. "Só tem cobra ali, gente com vontade de acertar", afirma Délcio Carvalho. Pelo visto, acertaram na mosca.


Caroline Bittencourt

1 - Mauro Zacharias (trombone)
2 - Max Sette (voz, trompete e flugelhorn)
3 - Cesar Farias "Bodão" (percussão)
4 - Kassin (baixo)
5 - Bidu Cordeiro (trombone)
6 - Leo Monteiro (percussão eletrônica)
7 - Rubinho Jacobina (teclados)
8 - Stephane San Juan (percussão)
9 - Felipe Pinaud (flauta)
10 - Domenico (bateria)
11 - Rodrigo Amarante (voz)
12 - Bartolo (guitarra)
13 - Wilson das Neves (voz e percussão)
14 - Berna Ceppas (sintetizadores e percussão)
15 - Moreno Veloso (voz e percussão)
16 - Thalma de Freitas (voz)
17 - Nina Becker (voz)
18 - Nelson Jacobina (guitarra e violão)
19 - Pedro Sá (guitarra)

.: posted by THALMA DE FREITAS 11:52 AM


Sexta-feira, Junho 08, 2007





Orquestra Imperial no Teatro Rival Petrobras



ORQUESTRA IMPERIAL no Teatro Rival Petrobras (dias 12, 13, 14, 19, 20 e 21/06).

No próximo dia 12 de junho, a Orquestra Imperial comemora em grande estilo, no Dia dos Namorados, os seus 5 anos com o show de lançamento do CD "Carnaval só ano que vem" (Ping Pong Discos/Som Livre).

Durante duas semanas (sempre terças, quartas e quintas), os 19 integrantes da OI apresentam pela primeira vez, no Teatro Rival Petrobras, as músicas de seu primeiro CD, produzido por Berna Ceppas, Kassin e Mario Caldato Jr. No repertório, "O mar e o ar" (Domenico/Kassin/Rodrigo Amarante), "Supermercado do amor" (Bartolo/Jorge Mautner), "Não foi em vão" (Thalma de Freitas) e
"Salamaleke" (Rubinho Jacobina e Max Sette).

A Orquestra Imperial reúne grandes nomes da cena pop carioca: os "crooners" Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Moreno Veloso, Nina Becker, a cantora e atriz Thalma de Freitas e um timaço de instrumentistas, como os produtores e fundadores do projeto Berna Ceppas (teclados e percussão) e Kassin (baixo), além do baterista Domenico (parceiro de Kassin e Moreno), os guitarristas Nelson Jacobina (parceiro de Jorge Mautner), Bartolo (Duplexx) e Pedro Sá (Caetano Veloso), o trombonista Bidu Cordeiro (Paralamas) e o grande cantor e compositor da Império Serrano e baterista-referência da música brasileira, Wilson das Neves.

A ORQUESTRA IMPERIAL é:

THALMA DE FREITAS - voz

NINA BECKER - voz

MORENO VELOSO - percussão e voz

RODRIGO AMARANTE - voz

WILSON DAS NEVES - voz e percussões

NELSON JACOBINA - guitarra e violão

PEDRO SÁ - guitarra

BARTOLO - guitarra

RUBINHO JACOBINA - teclados

BERNA CEPPAS - sintetizadores e percussão

KASSIN - baixo

DOMENICO - bateria

STEPHANE SAN JUAN - percussão

BODÃO - percussão

LEO MONTEIRO - percussão eletrônica

FELIPE PINAUD - flauta

MAX SETTE - trompete e flugelhorn

MAURO ZACHARIAS - trombone

BIDU CORDEIRO - trombone

www.orquestraimperial.com.br

ORQUESTRA IMPERIAL
Lançamento do CD "Carnaval só ano que vem"

Datas: dias 12, 13 e 14 & 19, 20 e 21 de junho (terças, quartas e quintas)

Local: Teatro Rival Petrobras (Rua Álvaro Alvim, 33 - Cinelândia - tel: 2240 4469)

Horário: 21h

Preços: R$ 60,00 (mezanino A), R$ 50,00 (mezanino B) e R$ 40,00 (pista). Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede pública.

Formas de pagamento: cheque ou dinheiro

Capacidade: 495 pessoas

Censura: 18 anos

Assessoria de Imprensa Teatro Rival Petrobras

Geraldo Rocha - geraldo@rivalbr.com.br

Assessoria de Imprensa Orquestra Imperial
Bebel Prates - bebelprates@uol.com.br

.: posted by THALMA DE FREITAS 12:08 PM


Retrato de um ESTP - Extraverted Sensing Thinking Perceiving

Você é uma pessoa desinibida e direta. Entusiasmado e animado, você ¿mete a cara¿ mesmo, e vive num mundo cheio de ação. De uma maneira direta, você é uma pessoa que sem dúvida gosta de se arriscar, e está disposto a entrar de cabeça nas coisas, e a por as mãos na massa. Você vive no presente, e dá pouca importância a teorias ou a ficar refletindo sobre as coisas. Você olha para os fatos em uma situação, decide rapidamente o que deve ser feito, executa a ação, e vai para o próximo passo.

Você tem uma habilidade natural de perceber as atitudes e as motivações das pessoas. Você percebe pequenos detalhes que passam despercebidos pela maioria das pessoas, como expressões faciais e postura. Você quase sempre está em uma posição de vantagem com relação à pessoa com quem você está interagindo, e você usa esta sua habilidade para conseguir o que você quer em qualquer situação. Regras e leis são vistas como dicas de comportamento, e não como obrigações. Se você decide que algo precisa ser feito, então ¿fazer acontecer¿ se torna mais importante que as regras, para você. No entanto, você é uma pessoa que tende a ter suas fortes crenças quanto o que é correto e no que é errado, e seguirá seus princípios fortemente. As regras do que é correto para a sociedade podem ser pouco importantes para você, mas sua própria integridade faz com que você em circunstância alguma faça algo que ache ser errado.

Você tem um talento natural para se envolver com teatro e viver uma vida de estilo. Você é uma pessoa que se move rapidamente, fala rapidamente, e que tem uma apreciação pelas coisas mais finas da vida. Você pode ser um grande apostador ou uma pessoa altamente consumista. Pessoas como você são ótimas contadoras de histórias e improvisadoras. Você tipicamente cria as coisas no que vai falando, ao invés de ficar seguindo um plano. Você adora se divertir, e é uma companhia muito divertida. Você pode às vezes ferir as outras pessoas sem perceber, pois normalmente você não sabe e pode nem se importar, com o efeito das suas palavras nas outras pessoas. Não é que você não se importe com as pessoas, mas é que a maneira como você toma decisões não inclui o sentimento das pessoas como critério. Você na verdade baseia suas decisões em fatos e lógica. Sua área menos desenvolvida é seu lado intuitivo. Você é uma pessoa impaciente com teorias já que você vê pouco uso para ela em sua busca de fazer as coisas acontecerem. De quando em vez você tem fortes intuições que geralmente estão completamente erradas, mas às vezes bastante claras e positivas. Você não acredita nos seus instintos, e também suspeita da intuição das outras pessoas.

Pessoas como você geralmente encaram problemas na escola, especialmente na faculdade, pois esse é um ambiente onde a teoria é mais importante que a prática. Você se cansa de aulas em que você acredita que não esteja recebendo nenhum material que te ajudar a fazer as coisas com mais prática. Você pode ser muitíssimo brilhante, mas a escola será uma atividade desagradável e difícil para você.

Você precisa continuar caminhando e crescendo, e isso você poderá fazer bem numa carreira em que você não é restringido ou confinado. Você é um ótimo vendedor por natureza, por exemplo. Você se sente estressado e infeliz com tarefas rotineiras. Você é uma pessoa que é uma fonte natural abundante de energia e de entusiasmo, o que faz de você também um empreendedor natural. Você fica muito empolgado com as coisas, e tem a habilidade de motivar os outros a se animar, e a agir. Você pode vender qualquer idéia a qualquer pessoa. Você é atraído por ação, e toma decisões com rapidez. Em geral, você tem um talento extraordinário para fazer as coisas começarem. Você normalmente não é muito bom em levá-la até o fim, e pode acabar deixando essa parte para outras pessoas fazerem. Você deveria se esforçar em conquistar o domínio da arte de conseguir terminar o que você começou.

Você é prático, observador, adora diversão, gosta de espontaneamente correr riscos, tem uma capacidade excelente de improvisar com rapidez e criar uma solução inovadora para algum problema. Você é uma pessoa divertida de ter próximo, animando e motivando os outros à sua volta. Se você conseguir reconhecer seus verdadeiros talentos e operar dentro de ambientes onde você possa usar esses talentos, você conseguirá realizar coisas extraordinárias.

.: posted by THALMA DE FREITAS 12:07 PM