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A Filha do Maestro

afilhadomaestro@gmail.com

Terça-feira, Agosto 28, 2007

@ http://www.flickr.com/photos/carolinebittencourt/sets/72157601725890847/

Orquestra Imperial por Caroline Bittencourt













.: posted by THALMA DE FREITAS 4:44 PM


Segunda-feira, Agosto 27, 2007

@http://www.flickr.com/photos/bumbeers/
Obrigado Vans ;)

Orquestra Imperial no "Palace"





Pinaud, Ruivo & Max Sette

Domenico+Andreas Kisser

Pinaud voltou do Japão pro show...!!!

Nina & Moreno

Mautner

.: posted by THALMA DE FREITAS 12:43 PM


Quarta-feira, Agosto 22, 2007



Patrícia Palumbo entrevista Berna Cepas e Nelson Jacobina, integrantes da Orquestra Imperial, e o programa apresenta o show gravado no Teatro Rival BR, no Rio de Janeiro, com músicas do novo CD Carnaval só ano que vem. Com cinco anos de existência o grupo que começou com uma proposta de orquestra de gafieira assume ter se transformado. “Nós somos uma banda de pop/rock travestida”, afirma Cepas. Diferente do que acontece em outras orquestras, na Imperial, Jacobina diz que a pessoa conta mais do que o instrumento, e as influências de cada um acabaram modificando o grupo. Os músicos falam sobre o surgimento da idéia, o sucesso inesperado e as parcerias. Em depoimento, o compositor Jorge Mautner exalta o conjunto: “Ela é imperial no sentido sublime do termo. Do termo de império do amor, de bem-estar, de felicidade. Músicos extraordinários”.
A Orquestra Imperial interpreta as músicas: Ela rebola (Nelson Jacobina / Jorge Maulner), por Moreno Veloso; Cansado de sambar (Ataulfo Alves), por Thalma de Freitas; Yarusha Djaruba (Nelson Jacobina / Tavinho Paes), por Rodrigo Amarante; Não foi em vão (Thalma de Freitas), por Thalma de Freitas, entre outras.

Apresentação Patrícia Palumbo. Direção Luiz Carlos Pires. Produção Executiva Denival Barbosa.

De Terça-Feira (28/08/07) a Sexta-Feira (31/08/07) às 23:30h. Compacto no Sábado (01/09/07) às 17:30h.


.: posted by THALMA DE FREITAS 10:54 PM


Sexta @ Studio Sp




.: posted by THALMA DE FREITAS 2:46 PM


Orquestra Imperial leva gafieira ao Citibank Hall em SP



PEDRO HENRIQUE FRANÇA - Agencia Estado

SÃO PAULO - Músicos a postos: é hora do baile de gafieira amanhã, no Citibank Hall, em São Paulo. Nos comandos, a Orquestra Imperial, ou O.I., que já comemora cinco anos de sucesso. Surgida no Rio de Janeiro, essa big band, composta por 19 talentos da nova geração da música brasileira, como Kassin, Moreno Veloso e Rodrigo Amarante, promete colocar os paulistanos para dançar e reviverem os áureos tempos da gafieira de uma forma peculiar. Eles trazem, nesta apresentação única na cidade, o bom disco ''''Carnaval'''' só no ano que vem, o primeiro deles da carreira, lançado recentemente pelo selo Ping-Pong, de Kassin e Berna Ceppas, integrantes da banda.


Pode-se dizer que a apresentação de amanhã marcará o primeiro grande show da O.I. na cidade. ?A gente fez muito show em São Paulo para empresa ou festa fechada. Tocamos também no Sesc Pompéia, mas que é menor e que muita gente do público a gente reconheceu da platéia do Rio. Agora a gente estará alcançando uma quantidade maior de pessoas?, conta a vocalista Nina Becker, que juntamente da também vocalista Thalma de Freitas está entre as únicas duas mulheres da trupe. Nina era diretora de arte de cinema antes de entrar na O.I., e hoje, em paralelo à banda, se dedica também à carreira de estilista. Assim fazem também os demais componentes - tocam outros trabalhos, enquanto a orquestra fica como um bom e divertido hobby.


O fato é que a Orquestra Imperial não foi idealizada para formar uma longa história. Ela começou na mais pura reunião entre amigos. Foi em 2002 que tudo teve início, quando o baixista Kassin e o percussionista Berna Ceppas foram convidados para fazer uma série de quatro apresentações no extinto Ballroom, casa noturna carioca. Eles faziam jam session num outro local, mas a apresentação não era muito propícia para um lugar tão amplo como o Ballroom.


Inventaram, assim, que tinham um projeto de uma grande banda que tocava gafieira. Aprovada a proposta, se encontraram numa saia-justa, tendo que recorrer aos amigos para os salvarem da, pode-se dizer, ?enroscada?. ?Eles começaram a ligar para vários amigos convidando para participar do show, e iniciou-se o projeto. Era para durar um mês, mas acabou sendo incrível?, relata Nina Becker, que só entrou na equipe a partir do quarto show. ?Fui às primeiras apresentações e me convidei para ser integrada?.


Descontração, gafieira e sucesso


O sucesso foi inevitável. Entre amigos, de forma bem despojada, resgatavam grandes clássicos, misturando-os aos repertórios próprios dos músicos. E o que era uma orquestra de um ritmo tipicamente carioca se expandiu. As apresentações da O.I. ficaram marcadas por participações especiais, que, ao longo do tempo, já receberam, entre outros, Marisa Monte, Seu Jorge, Caetano Veloso, Luiz Melodia, Zeca Pagodinho e Bebel Gilberto, que inclusive escalou a banda para seu último disco Momento.


No entanto, a agenda de uma banda de 19 músicos, em que cada um coordena seus trabalhos individuais, fez com que as coisas na orquestra andassem a passos curtos durante esses cinco anos de improviso. A idéia de gravar um CD já existia, mas a conciliação de agendas era praticamente impossível. ?A gente sempre quis registrar um CD, mas assim como marcar um show não é tão fácil, porque não é a coisa principal de cada um, gravar é mais difícil ainda. É muita gente, precisa de tempo, de dinheiro, e demorou até conciliar tudo isso?, diz Nina.


Mas gravar depois de tanto tempo também teve seu lado positivo, pois conseguiu reunir os 19 músicos numa afinidade maior depois de cinco anos de trajetória, em que, agora, se consolidou a formação atual, depois de algumas alterações. ?Foi muito legal a gravação do CD acontecer agora, porque cinco anos depois a gente tinha um entrosamento maior dos músicos. Muita coisa legal rolou nesses cinco anos e elas estão impressas nesse CD?, afirma a vocalista.


Pois é o que mostra ''''Carnaval'''' só no ano que vem, que recebeu distribuição da Som Livre. Estão lá, no disco, um apanhado de canções inéditas de autoria dos músicos da big band, entre outras que já vinham sendo tocadas durante em seus shows, como Era Bom e Ereção. Esta última é um conjunto de parcerias, ?quase com a orquestra inteira?, segundo Nina. No show, eles se baseiam no repertório do álbum, que se complementa com outras nove canções, como Não foi em Vão, Supermercado do Amor e Salamaleque. Um dos grandes sucessos da O.I., Dr. Sabe Tudo, de Rubinho Jacobina, também da banda, está inclusa no set list, assim como uma versão ?meio latina? para Stairway to Heaven, clássico do Led Zeppelin.


De acordo com Nina, o sucesso da orquestra se deve à despretensão com que se leva este trabalho. ?Ninguém na O.I. tem a pretensão de achar que um é melhor que o outro, ninguém tem pretensão de controlar o que o outro vai fazer, todo mundo tem seu espaço. O fato da orquestra não ser uma banda de carreira, faz com que tudo seja mais leve?, pontua ela. Para o show, o público pode aguardar uma boa ?confusão harmônica?, como lembra Nina. ?O show da orquestra não é só um show, é um baile pra transmitir emoções. A gente brinca muito e a sinergia é perfeita?. Preparem os pés e separem um bom calçado, pois o baile não tem hora para acabar.


Orquestra Imperial. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213. Amanhã (23), às 21h30. Ingressos: de R$ 35 a R$ 60. Informações: (11) 6846-6040.

.: posted by THALMA DE FREITAS 12:49 PM


Terça-feira, Agosto 14, 2007

@Correio Brasiliense - hoje

O baile dos meninos
Em Brasília pela primeira vez, Orquestra Imperial leva 5 mil pessoas ao Arena Futebol Clube, na 18ª edição do Forrock



Os arranjos bem elaborados, a competência artística e a noção de conjunto são próprios das tradicionais big bands. A eles juntam-se a versatilidade, a descontração e um certo ar blasé – um tanto quanto estudado – na postura cênica. Essas características, aparentemente díspares, constroem o perfil da Orquestra Imperial, criada há cinco anos no Rio e que, na madrugada de ontem, se apresentou pela primeira vez em Brasília.

Destaque na programação da 18ª edição da Forrock, a Orquestra Imperial reuniu quase 5 mil pessoas no Arena Futebol Clube, para show de mais de duas horas. O público, formado basicamente por jovens, na faixa etária dos 18 aos 25 anos, entendeu perfeitamente a proposta do grupo carioca. Pela extensa área daquele mix de instalações esportivas e espaço de eventos, viam-se casais e grupos se soltando em passos de dança, embalados por um repertório variado que ia de ritmos latinos ao velho e bom samba.

Embora ofereça cardápio musical abrangente, a orquestra claramente dá prioridade ao samba, presente em todos os sets do roteiro. Coincidentemente ou não, Moreno Veloso, um dos vocalistas, abriu o show interpretando o clássico Sem compromisso, de Geraldo Pereira (popularizada por Chico Buarque) e fechou com a releitura de Conselho (Adilson Brito e Zé Roberto), sucesso na voz de Almir Guineto.

Os vocalistas – Moreno, Rodrigo Amarante, Rubinho Jacobina, Max Sette, Thalma de Freitas e Nina Becker – iam se revezando no decorrer da festa. As três cadeiras brancas colocadas em ponto estratégico do palco serviram para que Thalma e Nina mostrassem sua faceta descolada. Enquanto esperavam a vez de entrar em ação, cheias de atitude, sorviam xícaras de chá, faziam pose abraçadas. Cheias de caras e bocas, acolhiam, receptivas, as demonstrações de carinho explícito dos companheiros.

O clima entre a turma é de total interação e amizade – tanto em cena como nos bastidores. Devido à presença em cena de figuras carimbadas da MPB, como o guitarrista Nelson Jacobina (parceiro de Jorge Mautner em Maracatu atômico), os modernos Berna Ceppas, Kassin e Domenico Lancellotti, Bidu Cordeiro (trombonista que acompanha Os Paralamas do Sucesso) e, claro, Rodrigo Amarante (Los Hermanos), poderia-se testemunhar egos inflados. Mas isso não ocorreu.

E todos fazem questão de reverenciar Wilson das Neves, o mais experiente do grupo, baterista da banda de Chico Buarque. Sambista das antigas, ele levou para a Orquestra Imperial o bordão que é sua marca registrada: "Ô, sorte!". Na verdade, sorte foi a dos espectadores, que puderam apreciar a interpretação do mestre para O samba é meu dom, de sua autoria.

Amarante, chamado de "lindo" por algumas jovens com jeito de fãs do Los Hermanos, fez de conta que não ouviu os elogios ao cantar O mar e o ar, faixa que abre o CD Carnaval só ano que vem, lançado recentemente. Do mesmo disco, foram ouvidas Salamaleque, Não foi em vão, Nem me fale, Supermercado do amor e Ela rebola.

Quando Wilson das Neves voltou ao microfone para soltar o vozeirão em Era bom, parceria dele e de Max Sette (também no disco), Thalma perguntou: "Já tem gente dançando junto e beijando na boca?". E saiu pelo palco dançando agarradinha com Nina Becker. Animado, Moreno entrou na brincadeira e ficou entre as duas, dando forma a um autêntico sanduíche de gente – como sugeriu Rita Lee em Baila comigo.

Logo depois, esbanjando sensualidade, elas fizeram duo em É luxo só, pérola da lavra do grande Ary Barroso. Rodrigo Amarante atacou de sambista em Menina flor e Mulher de 30, criados por Luis Antônio para o veterano Miltinho. Quando Max Sette atacou de Artista é o c…, teve ao seu lado, no refrão, um coro encorpado.

Tal coro possivelmente não soou bem aos ouvidos dos seguidores do Móveis Coloniais de Acaju (eles abriram a noitada), que preferem escutar Lista, Cheia de manha, Rolex, Perca peso, Esquilo, Copacabana (aquela em que o público é convocado para fazer uma grande roda e dançar) e, obviamente, a saltitante cantiga Se essa rua fosse minha. "Viemos para ver o Móveis e ficamos para conhecer a orquestra", disse Pedro Correa, que foi ao Arena na companhia de 10 amigos. Fizeram bem.


.: posted by THALMA DE FREITAS 11:01 AM


Terça-feira, Agosto 07, 2007

ESTREIA HOJE @ http://www.musicadebolso.com.br/videos/volume02/index.html





.: posted by THALMA DE FREITAS 11:15 AM


@http://www.fotolog.com/mcmarechal/37544049

É a Batalha do Conhecimento!!!!!!!!!! TODA QUINTA NO CIC...




CIC - Conhecimento - Esse é o caminho!!!

* A Batalha do conhecimento marca um fator determinante nesta fase que estamos vivendo hoje no hip hop brasileiro. Diga-se então a cidade do Rio de Janeiro, capital nacional dos grandes duelos de improviso.
Incentivar a arte na sua mais pura essência aliada a uma prévia reflexão e atenção desde pensar ao agir e falar não é pra qualquer um. Mas o desejo é que seja para todos.
MC Marechal é assim. Desafios sempre foram aliados ao invés de inimigos.
E Justamente o "Desafio" que o leva a estar à frente desse lindo projeto, não apenas preocupado com a popularização das rimas e sim com a qualidade e com a veracidade e o sentimento das mesmas.

Palmas para “ele”. Não! Palmas para “Eles”
União, coletividade, um só caminho.

Por Christiane de Andrade
[Queen Odara]


Sobre a Batalha do Conhecimento!!!

QUER PARTICIPAR DA BATALHA??? chega aí!!!!!!
Não paga nada pra entrar..
Não paga nada pra rimar...
envie um email para: umsocaminho@gmail.com

COMUNIDADE NO ORKUT
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=32123603
entre e fique por dentro do que rola cada semana

LOCAL: CIC (Centro Interativo de Circo)
Fundição Progresso
Rua dos Arcos, 24 Lapa - RJ
Todas as Quintas à partir das 17:59
ENTRADA: Gratuita
ORGANIZAÇÃO:
CIC, MC Marechal,Geraldinho,Thiago,
Pedro Marques,Tu ja viu,Moskão[Rádio Madame Satã] e André Malone

Acessem: www.myspace.com/mcmarechal

DÚVIDAS,SUGESTÕES, CONTATO PARA:
umsocaminho@gmail.com



.: posted by THALMA DE FREITAS 12:25 AM


Quinta-feira, Agosto 02, 2007

email


Salve Maura, tranquilidade!!

Olha, no momento estou usando permanente afro + muuuita hidratação + criatividade.

Bula:
PACIENCIA, não é difícil mas dá muito trabalho ter um black de responsa!
Dedique uma hora do seu dia pra cuidar do cabelo e garanto que voce ficará contente... e também terá um momento do dia só pra voce, a gente pensa melhor quando está concentrada, né?!

Então..

Caso seu cabelo tenha quimica, tem que esperar crescer... minha sugestão é cortar bem curtinho ou usar trança grossa ou de raiz por um ou dois anos e ir hidratando até ficar num tamanho bom pra botar quimica... foi isso que eu fiz: usei curto alguns anos, fiz varias maluquices desde pintar de uva, de vermelho, de laranja... alisei e fiz megahair... fiquei brincando mesmo, depois decidi deixar crescer... fiquei na trança e no blackpower uns tres anos, voce deve ter visto... eu amo trança!!!

Para o permanente procure um cabeleireiro de confiança e dê preferencia a alguém que seja obcecado com perfeição porque o segredo do sucesso de uma quimica no cabelo é o tempo em que ela fica na cabeça... e a qualidade do produto, claro. Eu uso Soft Sheen.

Sugiro lavar o cabelo no máximo duas vezes por semana e nunca nunca nunca pentea-lo molhado porque cai mesmo... alias quanto menos pente melhor, desembaraçe com garfo largo quando seco e com os dedos quando molhado e lave o menos possível: cabelo seco não precisa de agua e sim de creme!

Hidratar é o mais importante, porque vai manter os cachos e alimentar os fios... tem "hair food"
(comida de cabelo! hhehe) da Salon Line que funciona muito bem, alias essa marca é ótima...
e MUITO LEAVE-IN depois de lavar... tente não deixar na raiz, mas seja generosa na hora
de passar o condicionador leave-in, é ele que vai deixar seus cachos definidos, melhor errar pra mais e com o tempo voce ve o quanto seu cabelo precisa...

Tem esse mundo de produtos pra cabelos, eu experimento tudo quanto é hidratante, mousse e modeladores... adoro os produtos da TIGI, que apesar se bem caros fazem um estilo incrível!!!
Pra ser sincera eu não gasto muito com roupa pra poder gastar no cabelo...faço muita compra em brechó, mais estiloso e barato, mas com cabelo não tem miséria...

Cortar eu mesma corto... de pouquinho em pouquinho vou acertanto as pontas, as vezes faço umas merdas, mas como tenho muito cabelo nem aparece... mas também não faço nenhum corte mirabolante, quando usava blackpower só acertava a forma pra não ficar muito triangular, no meu rosto é melhor quadrado..

Agora que to deixando crescer no permanente fico rezando pra que ele aguente porque ta caindo horrores, quimica sempre bota o cabelo no chão.. to salvando com babosa, que deixa o cabelo duro mas também forte. Bato babosa com ampolas de queratina+silicone+vitamina A e um pouco de azeite..deixo no cabelo uma hora e depois lavo... não que o cabelo pare de quebrar, mas ajuda. E também tem um monte de tratamento pra cabelos danificados nos salões, vale a pena fazer uma vez por mes!

Faltou falar da criatividade? Boinas, lenços, presilhas, tranças, chuquinhas... se joga linda!

Bom, é isso.. depois desse livro ( me empolguei né?!) voce pode ir com fé na cabeleira.

Qualquer coisa é nóis... pode demorar mas a resposta sempre vem.

Paz e Boa Sorte!
T.

www.myspace.com/thalmadefreitas





Em 27/07/07, MAURA MELLO escreveu:
> Tranquila!!!!
>
> Meu nome é Maura, sou estudante de turismo, e admiro mto, mto, mto vc!
>
> Queria que vc me desse a dica do seu belo!!!!
> Onde vc cuida/ corta ele?
> Ele tah natural?
>
> Vou deixar ele black q nem o seu, mas não sei por onde começar (='/ )
> me ajuda? por favor!
>
> ah: jah toh na sua comu no orkut, só não encontro teu cd.
>
> Axé. Bjo. Brigada.


.: posted by THALMA DE FREITAS 6:46 AM